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Tradução de João Carlos Barbosa Gonçalves, da apostila do Curso sobre o HYP: Luz sobre o Yoga e sua filosofia
Os Veda, os Śāstra e os Purāṇa são como cortesãs comuns. O que deve ser guardado como uma mulher de família é único: a mudrā śāmbhavī. O perceptível é interno e a visão é externa, com o controle do abrir e do fechar dos olhos, eis a mudrā śāmbhavī, oculto nos tratados dos Veda. Quando o yogin permanece com o alento e a mente dissolvidos na percepção interna, com as pupilas imóveis na visão externa, e, mesmo sem olhar, fica olhando para baixo, essa é sem dúvida a mudrā śāmbhavī. Ela é recebida com a graça do preceptor e desperta o real estado de Śāmbhu, que não se caracteriza pelo vazio ou pela ausência de vazio (śūnya-aśūnya).
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4.35-7
veda-śāstra-purāṇāni
sāmānya-gaṇikā iva /
ekaiva śāmbhavī mudrā guptā kula-vadhūr iva // HYP_4.35 //
atha
śāmbhavī-
antar lakṣyaṃ bahir dṛṣṭir nimeṣonmeṣa-varjitā /
eṣā sā śāmbhavī mudrā veda-śāstreṣu gopitā // HYP_4.36 //
antar
lakṣya-vilīna-citta-pavano yogī yadā vartate
dṛṣṭyā niścala-tārayā bahir adhaḥ paśyann apaśyann api /
mudreyaṃ khalu śāmbhavī bhavati sā labdhā prasādād guroḥ
śūnyāśūnya-vilakṣaṇaṃ sphurati tat tattvaṃ padaṃ śāmbhavam // HYP_4.37 //