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Tradução de João Carlos Barbosa Gonçalves, da apostila do Curso sobre o HYP: Luz sobre o Yoga e sua filosofia
Ao fim da inspiração, um bandha chamado jālandhara deve ser realizado. Ao fim da retenção e no início da expiração, é o uḍḍiyāna que deve ser realizado. Pela contração da parte baixa, com o fechamento da garganta, e com a barriga tensionada para trás, o prāṇa deve ligeiramente percorrer a nāḍī de Brahman. Conduzindo o āpāna para cima e levando o prāṇa garganta abaixo, o yogue está livre da velhice e terá o vigor dos dezesseis anos de idade.
Contraindo a região da base, deve-se então realizar o uḍḍiyāna. Fechando iḍā e piṅgalā, deve haver a condução pelo caminho derradeiro. Com esse procedimento, o vento (pavana) entra em dissolução. E, dessa forma, a morte não mais comparece, nem a velhice, a doença e todos os outros. Os yogues reconhecem essa tríade de bandha, que é a melhor prática dos “Grandes realizados” (mahāsiddha), como a execução plena de todos os sistemas (tantra) de Haṭha.
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pūrakānte tu kartavyo bandho jālandharābhidhaḥ |
kumbhakānte
recakādau kartavyas tūḍḍiyānakaḥ || 2.45
adhastāt kuñcanenāśu kaṇṭha-saṅkocane kṛte |
madhye paścima-tānena syāt prāṇo brahma-nāḍigaḥ || 2.46
āpānam ūrdhvam utthāpya prāṇaṃ kaṇṭhād adho nayet |
yogī jarā-vimuktaḥ san ṣoḍaśābda-vayā bhavet || 2.47
mūla-sthānaṃ samākuñcya uḍḍiyānaṃ tu kārayet |
iḍāṃ ca piṅgalāṃ baddhvā vāhayet paścime pathi || 3.74
anenaiva vidhānena prayāti pavano layam |
tato na jāyate mṛtyur jarā-rogādikaṃ tathā || 3.75
bandha-trayam idaṃ śreṣṭhaṃ mahā-siddhaiś ca sevitam |
sarveṣāṃ haṭha-tantrāṇāṃ sādhanaṃ yogino viduḥ || 3.76